Escrito na Madrugada | Filmes, séries, comportamento e um infinito mais! - Part 4
11jan 2016

Uma certa insegurança

Postado por às em Pessoal, Textos

Camila Tridapalli

Sabe, eu não sou muito velha pra poder dizer “tudo o que eu aprendi com a minha vida e essa é a minha verdade”, mas acho justo compartilhar algumas coisas. Talvez, sim, procurando por alguma compatibilidade de pensamentos e sentimentos com alguém; ou procurando por algum conselho que me mude – porque a vida é uma constante mudança, não é?!

Desde pequena uma das coisas que mais me atinge é a insegurança, que em cada fase acabou sendo resultado de algo que me aconteceu. A insegurança oscila, com certeza. Vendo que insegurança é algo totalmente diferente de autoestima, sendo o jeito em que eu ponho confiança nos outros. Autoestima trata-se de uma auto-confiança, me achar bonita, me achar legal, ME, À MIM etc. Com a insegurança eu acabo dependendo de outras pessoas. E, meu caro leitor(a), peço perdão pelo palavreado mas: Depender de outras pessoas é se foder. Quase que automático. Claro, posso estar sendo drástica. Mas você não pode esperar perfeição de outra pessoa, se você sabe muito bem que não pode dar o mesmo e ser 100% assertivo nas suas escolhas e ações.

Já levei tanto chute nas costas – Sim! Nas costas, na covardia! Pois a insegurança partiu da inocente confiança inicial que eu depositei em nas pessoas e a terrível quebra da mesma. Às vezes nem me surpreendo mais. Já é meio que certo que você ta aqui, ta com aquele ali, tá com aquele lá. Pode me amar aqui e me checar com nojo quando eu der as costas sorrindo pra você. Certeza.

Parece que é algo em que eu não posso mais controlar. Simplesmente aquela coceira no estômago me vem junto com pensamentos e ideias que podem estar bem longe da realidade. Por isso, quando está tudo errado eu tremo, quando tá tudo certo, também. Nem a comum citação “As pessoas são inocentes até que se prove o contrário”, cabe às minhas percepções. Meu limite de confiança parou no 70%. Tenha certeza que se eu digo “confio em você”, é nesses 70% que estou falando. Não exija mais de mim. É meu escudo, minha forma de não ter mais que passar por certas coisas e depois me arrepender de confiar 100% nas pessoas.

HAHAHA E eu ainda tenho a inocência – ou seria burrice? -, de pedir que me digam sempre a verdade. “Por mais dolorosa que possa ser. Sempre a verdade. Não minta, não oculte.” Novamente, eu tento. Às vezes alivia e ajuda a conseguir aquela capacidade ‘total’ de 70% de confiança que eu posso depositar em alguém.

É o meu jeitinho.

Agora tenho sempre um pé atrás. Talvez os dois. Cheguei no meu limite.

31dez 2015

Respeito é bom e eu gosto!

Postado por às em Convidados, Filmes

Falemos um pouco desse tal de respeito então.

Ainda temos com frescor em nossas memórias a obra-prima que foi Mad Max – Estrada da Fúria, filme que trouxe George Miller de volta aos holofotes, trazendo sua maior franquia de volta. A decisão da Warner de trazer o diretor original pode ser considerada uma das mais acertadas, pois quem melhor para dar continuidade ao seu universo do que o próprio mentor? O filme além de ter sido brilhantemente construído, montado e editado, com seus efeitos práticos, personagens carismáticos e cenas de tirar o fôlego (nada que um bom fã da franquia já não esteja acostumado) ainda fez o principal, manteve o que já havia sido estabelecido nos filmes antigos, respeitou seu próprio universo e apesar de Max ter claramente menos importância que a Imperatriz Furiosa, o tom do filme permanece intacto.

Mad Max: Estrada da Fúria - A bilheteria fraca não reflete a opinião de fãs e críticos

Outros exemplos como Mad Max ainda existem, como o recém-lançado Star Wars – O Despertar da Força, que consegue agradar ao público antigo, apresentar a franquia para os mais jovens e ser diferente do original sem perder o embalo. É claramente uma continuação da trilogia original e prova de que J.J. Abrams sabe o que faz.

Temos Creed, que por mais que já tenha lançado lá fora chega aqui só ano que vem com a promessa de ser ao mesmo tempo uma homenagem e uma continuação a história do ícone Rocky Balboa (minha série de filmes preferida de todos os tempos a propósito) e acredito que vá conseguir.

Mas aí, nós temos coisas como Jurassic World, que conseguiu além de ser um filme essencialmente ruim, com efeitos visuais pobres (algo imperdoável hoje em dia) não manteve sequer o tom dos filmes originais. Eu sei que tem um monte de “Fan-service” no filme e aquela cena dos portões se abrindo no início foi até emocionante, mas as qualidades do filme acabam aí. Um filme conveniente, onde tudo o que acontece é facilmente explicado por “A criatura tem o DNA do animal x”. Sério isso? Sério que reduziram a série Jurassic Park a isso? O que é aquele personagem do Vincent d’Onofrio? A motivação dele é vazia, o carisma chega a ser negativo e tudo o que ele faz é ruim. Terminei de assistir com raiva da vida e é esse sentimento que nos é causado quando desrespeitam algo que gostamos.

Quem aqui entendeu as várias linhas temporais de “Exterminador do Futuro – Gênesis”? Eu não, e apesar de ter gostado do filme (não nem explicar o motivo), não deu pra engolir John Connor como vilão, ou o T-800 velho enfrentando sua versão recém chegada ao ano de 1984 (eu sei, essa cena ficou transante demais, apesar de tudo) ou T-1000 como ameaça-mor da parada até aquele momento! Até mesmo a própria criação do “Genesys” ficou estranha e simplesmente não combinou com o cânone.

O perdão por ter alterado e literalmente não ter dado intencionalmente importância para o que aconteceu nos filmes anteriores deve ser concedido a X-Men – Dias de um Futuro Esquecido, pois a intenção ali realmente foi rebootar sem ser um reboot, poder trabalhar novas situações sem precisar estar amarrado com o passado, trabalhar novos horizontes sem se preocupar com os absurdos e incoerências da primeira trilogia (é isso que dá a falta de planejamento). Esse recurso de viagens no tempo já foi muuuuuito utilizado nos quadrinhos, mas ainda é um conceito não plenamente estabelecido no cinema para esse tipo de situação, apesar disso, funcionou com maestria e Bryan Singer conseguiu cumprir seu objetivo em criar a ponte perfeita para X-Men Apocalypse.

Além de juntar as duas gerações de mutantes, o mais recente capítulo da franquia consertou os buracos e praticamente anulou X-Men 3 da história.

Esse é um sentimento visto em qualquer categoria de fã, mas nós temos tendência a ser um pouco ainda mais “cricas” com relação as obras que amamos. Eu particularmente ainda tendo a aceitar as mudanças feitas em relações a adaptações, sejam de quadrinhos ou de livros, afinal de conta é um novo universo que está sendo criado ali. Mas passamos anos esperando e acompanhando o desenvolvimento daquela obra que nos empolga e até nos tira o sono em algum momento, o mínimo que esperamos é que não sejamos insultados e que nossas obras favoritas sejam honradas!

20dez 2015

Velório

Postado por às em Pessoal, Textos

Hey,

ultimamente percebi que não sou nem um pouco boa com despedidas. Se tem um jeito de ser e se isso for extremamente necessário, me ensine. Mas sinto que preciso externar essa minha despedida pessoal em palavras. Não bastaria todos os “tchaus”, os olhares pesados, os beijos calados e o aperto forte. Nas despedidas encontramos últimas oportunidades e trocas, nelas também há espaço para as “primeiras vezes”. Primeiras lágrimas, primeiros assuntos tocados juntos (do que não virá, do que poderia ser), primeiros sonhos indo embora. Tudo se torna mais forte. Parece que a fricção das digitais no soltar das mãos, se torna tão intenso quanto as palavras ditas.

Eu sei, não precisa ser um “Adeus, para sempre!”. Mas eu sinto que tenho que enterrar isso em algum lugar. É um ritual particular, que eu estava enrolando para fazer. E assim, com certeza, tudo o que se passou não será completamente esquecido ou jogado fora. Existe uma lápide dentro de mim, escondida mas que seu epitáfio diz muita coisa importante que aprendi neste período e que guardarei com muito carinho. É também um barquinho de papel, que preenchi com toda a carga emocional e estou libertando mar adentro. Observando de longe onde irá chegar, se não perdê-lo de vista.

Quando os principais motivos são desconhecidos, a gente se perde e pensa em todas as possibilidades possíveis e impossíveis. Esquecemos que a maioria das coisas que vemos não têm um porquê, e por qual motivo nesta ocasião seria diferente? Por isso não te cobro mais, nem te culpo. Vi nos seus olhos que você queria a mesma coisa que eu, pelo menos no princípio. E você foi honesto comigo e consigo mesmo – o que eu valorizo 100% e digo: No final, não erramos em nada. A nossa parte a gente fez – e muito bem! Foram anos de muito aprendizado, parceria e (por que não?) amor.

say something i’m giving up on you

 

Lembrar de como foi bom não me faz bem. Só me faz sentir… Pena. Me desculpa, mas é só o que eu consigo sentir em relação a isso, por enquanto. Pois no fundo eu sei (e talvez você concorde) que poderíamos ser algo grande, forte, permanente, que iria longe. Por isso não posso me agarrar à essa ideia e não tenho nada de ruim para me segurar. Nem o meu medo de altura me afastou da corda bamba. O jeito é deixar os braços livres e tentar andar no máximo equilíbrio possível, concentrada em me distrair em relação à altura.

Se um dia eu fiz algo que te magoou, peço que aceite minhas mais sinceras desculpas. Posso ter errado, claro – todo mundo erra!, mas juro que tentei muito me esforçar pra ser a melhor companhia sempre. E, obviamente sempre vim tentando melhorar, e vou continuar fazendo. Imagino que o sentimento de orgulho, bem-querer e respeito é mútuo e entendível. Do mesmo jeito que a gente se entendia com poucas palavras (ok, às vezes eram várias! haha), sabes que só espero coisas boas para você. Você tem meu número.

O porquê e o que virá, são perguntas que não podemos responder – no momento. E nem podemos apostar nossas fichas, haha. É tão imprevisível. Do mesmo jeito que começou, que terminou. Quem sabe o que virá? Talvez estejamos perdendo a melhor coisa que nos aconteceu (e todo aquele papo que repassamos mil vezes  – nunca será “tarde demais” para tentar!), ou talvez isso só nos fortifique, a gente NÃO SABE! E o que podemos fazer? Reagir ao que temos, não é mesmo? Mas como já disse várias vezes: “Nós, pelo visto, não tivemos escolha. A nossa parte, fizemos.” Agora é aceitar… Seguir  e deixar fluir em frente.

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Se estou bem? To. Estou super bem. Se estou onde gostaria de estar? Nem tanto.

06dez 2015

O que certamente combina com tudo ?

Postado por às em Blog, Comportamento, Convidados, Pessoal

Sabe aqueles dias que você não pensa em nada ? Bom, eu não sei rs minha mente é um turbilhão, chega dar dor de cabeça de tanto que eu penso em tudo e sobre tudo… Enfim, esses dias resolvi fazer uma lista do que combina com tudo. Isso mesmo, com TUDOOOO.

AVISO : Vocês podem achar essa lista bem estranha ( e é), porque é bem aleatória.

Vamos lá.

A primeira coisa que veio na minha mente, assim bem de imediato mesmo foi BLAZER, sim, blazer. Se você for homem combina com jeans, social, sapato, sapatenis, “all star”, e se for mulher, vixi é uma lista infinita… saia, vestido, jeans, sorts, salto, sapatilha ET CETERAS hahah

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Pois bem, a MÚSICA veio logo em seguida, porque se vc ta triste, escuta uma música que piora ou melhora (Pablo) heheheh agora se você estiver felizão, ligado nos 220 W, partiu eletrônico certo? CEEEEERTO hahahah

(ps: a Gigi é muito sexy, OH GOD)

CHOCOLATE, sempre que você quer comer um doce você pensa em chocolate ou em algo que vai chocolate, ou quando você não sabe o que dar de presente, vai um chocolate ? 😛 (se você falar que não gosta de choc… você é estranho mas ok, gosto de ti, sobra mais pra mim HAHAHAHAH)

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BATATA FRITA   a qualquer hora é bem vinda, principalmente se for sorvete ( não ache estranho, é muito bom )

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Sabe quando você junta a galera e depois de um tempo já ta todo mundo morrendo ? Se falar que nunca aconteceu isso contigo, amigo, quero o segredo rs Então pra essas horas e pra muitas outras servem os FILMES, adoroooooooo ehehehe

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Cara, deu até sede agora , sim vou falar de ÁGUA, amo água, seja pra beber, pra se molhar. Água é vida (literalmente)

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Falando em se molhar, gosto muito de praia, e para poder desfrutar bem e pegar aquele bronze tem que ter SOOOOL, até porque odeio ficar carregando guarda chuva. Mas também não precisa estar com a sensação do SAARA, né? É!

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E falando de sol e água, me lembra que VIAJAR combina com tudo, serio quem não gosta de fazer uma viagenzinha ou pelo menos um bate volta ? Se eu pudesse minha vida iria ser na base dos mochilões <3

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E falando disso tudo, uma das coisas que eu amo, é registrar os momentos. Pois FOTOGRAFAR me faz ficar calma, e acho uma beleza muito grande nas fotografias…

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E Por ultimo porem não menos importante ( bem clichê essa frase, sei disso) PESSOAS, sim, pessoas combinam com tudo rs pra ser amiga, pra te fazer companhia, pra ser amada…

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28out 2015

5 filmes de terror/comédia | Mês do Terror

Postado por às em Filmes, Vídeopost, Vídeos

Mais um vídeo super legal desse especial “Mês do Terror”!! E nesse vídeo dou 5 indicações de filmes (mais uma série!) de Terror/Comédia!! Veja o vídeo as sinopses:

é o fim

This is the end (É o fim)

Os grandes amigos Seth Rogen e Jay Baruchel vão em uma festa na casa do ator James Franco, que reuniu diversas celebridades no local, como Jonah Hill, Rihanna, Jason Segel e Emma Watson. Tudo corria bem até que um aparente terremoto se revela como sendo o dia do julgamento final. Rogen, Baruchel, Franco, Hill, Danny McBride e Craig Robinson acabam se vendo presos no local na torcida para que o mundo pare de acabar do lado de fora.

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Sharknado

Uma grande tornado surge no litoral da Califórnia… O fenômeno natural começa no mar e interfere na vida de milhares de tubarões, que são sugados do oceano e arremessados por toda Los Angeles. Acaba sobrando para Fin (Ian Ziering), sua esposa April (Tara Reid) e mais um grupo de amigos a missão de enfrentar os animais e impedir que o tornado causa ainda mais estragos.

burying the ex

 Enterrando minha ex

Trata-se de um filme bem pequeno, com apenas quatro personagens principais e alguns poucos figurantes. A própria equipe técnica é reduzida, como você poderá notar com o fato dos créditos finais serem bem mais curtos do que o padrão em Hollywood. Por sinal, há uma cena nenhum pouco importante após os créditos. Enterrando a Ex (na tradução literal) é um longa bobinho e divertidinho, contando com menos de uma hora e meia de duração. Vai te fazer rir e funcionará como passatempo.

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Todo mundo em Pânico

Das mentes dos criadores do seriado da TV americana “In living color” surge o primeiro thriller-comédia, em que adolescentes apavorados fugindo de maníacos assassinos são o pretexto para uma série de piadas envolvendo todos os recentes filme de terror, da série “Pânico” até “O sexto sentido”, passando ainda por outros grandes sucessos do cinema, como “Matrix” e “Os suspeitos”.

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Os fantasmas se divertem

Após morrerem quando o carro deles cai em um rio, Barbara Maitland (Geena Davis) e Adam Maitland (Alec Baldwin) se vêem como fantasmas que não podem sair da sua casa de campo na Nova Inglaterra, pois antes que possam ganhar suas asas têm que ocupar a casa como fantasmas pelos próximos cinqüenta anos. A paz é rompida quando Charles (Jeffrey Jones) e Delia Deitz (Catherine O’Hara), um casal de novos-ricos, compra a casa. Mas os Maitland são inofensivos como fantasmas e os esforços para espantar os compradores acaba em fracasso. E se o casal não fica apavavorado, Lydia Deitz (Winona Ryder), a excêntrica e dark filha deles, pode ver e falar com Barbara e Adam, que contratam os serviços de um Beetlejuice (Michael Keaton), um “bio-exorcista”, para apavorar os moradores, apesar de sentirem simpatia por Lydia. Mas logo a situação foge do controle.

+ Bônus:

Scream Queens

Scream Queens

Falei de Scream Queens no último post e vídeo do canal!! Confira tudo aqui.

iZombie

iZombie

Olivia “Liv” Moore (Rose McIver) tinha bochechas rosadas, era disciplinada, médica residente com sua trajetória de vida completamente traçada… até a noite em que ela foi a uma festa que transformou-se, inesperadamente, em um frenesi zumbi. Agora, transformada em morta-viva, ela conseguiu um emprego no departamento legista para ter acesso aos cérebros de que deve se alimentar para manter sua humanidade. Mas, a cada cérebro que ela consome, ela herda a memória que nele habitava.

Espero que vocês tenham gostado do vídeo e das indicações!! 😀 Não deixe de comentar comigo o que você achou, ein? Adoro discutir sobre essas coisas <3 Obrigada por ter lido e assistido!!

Agradecimento muito especial para minha amiga e colaboradora aqui do blog: Kelly <3, que me ajudou MUITO no post! Agradeçam à ela por esse vídeopost estar saindo ainda esta semana ein?! 😉

Beijooooo! Até mais!

Fonte das sinopses: adorocinema
UP!