Adeus | Escrito na Madrugada

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20dez 2015

Velório

Postado por às em Pessoal, Textos

Hey,

ultimamente percebi que não sou nem um pouco boa com despedidas. Se tem um jeito de ser e se isso for extremamente necessário, me ensine. Mas sinto que preciso externar essa minha despedida pessoal em palavras. Não bastaria todos os “tchaus”, os olhares pesados, os beijos calados e o aperto forte. Nas despedidas encontramos últimas oportunidades e trocas, nelas também há espaço para as “primeiras vezes”. Primeiras lágrimas, primeiros assuntos tocados juntos (do que não virá, do que poderia ser), primeiros sonhos indo embora. Tudo se torna mais forte. Parece que a fricção das digitais no soltar das mãos, se torna tão intenso quanto as palavras ditas.

Eu sei, não precisa ser um “Adeus, para sempre!”. Mas eu sinto que tenho que enterrar isso em algum lugar. É um ritual particular, que eu estava enrolando para fazer. E assim, com certeza, tudo o que se passou não será completamente esquecido ou jogado fora. Existe uma lápide dentro de mim, escondida mas que seu epitáfio diz muita coisa importante que aprendi neste período e que guardarei com muito carinho. É também um barquinho de papel, que preenchi com toda a carga emocional e estou libertando mar adentro. Observando de longe onde irá chegar, se não perdê-lo de vista.

Quando os principais motivos são desconhecidos, a gente se perde e pensa em todas as possibilidades possíveis e impossíveis. Esquecemos que a maioria das coisas que vemos não têm um porquê, e por qual motivo nesta ocasião seria diferente? Por isso não te cobro mais, nem te culpo. Vi nos seus olhos que você queria a mesma coisa que eu, pelo menos no princípio. E você foi honesto comigo e consigo mesmo – o que eu valorizo 100% e digo: No final, não erramos em nada. A nossa parte a gente fez – e muito bem! Foram anos de muito aprendizado, parceria e (por que não?) amor.

say something i’m giving up on you

 

Lembrar de como foi bom não me faz bem. Só me faz sentir… Pena. Me desculpa, mas é só o que eu consigo sentir em relação a isso, por enquanto. Pois no fundo eu sei (e talvez você concorde) que poderíamos ser algo grande, forte, permanente, que iria longe. Por isso não posso me agarrar à essa ideia e não tenho nada de ruim para me segurar. Nem o meu medo de altura me afastou da corda bamba. O jeito é deixar os braços livres e tentar andar no máximo equilíbrio possível, concentrada em me distrair em relação à altura.

Se um dia eu fiz algo que te magoou, peço que aceite minhas mais sinceras desculpas. Posso ter errado, claro – todo mundo erra!, mas juro que tentei muito me esforçar pra ser a melhor companhia sempre. E, obviamente sempre vim tentando melhorar, e vou continuar fazendo. Imagino que o sentimento de orgulho, bem-querer e respeito é mútuo e entendível. Do mesmo jeito que a gente se entendia com poucas palavras (ok, às vezes eram várias! haha), sabes que só espero coisas boas para você. Você tem meu número.

O porquê e o que virá, são perguntas que não podemos responder – no momento. E nem podemos apostar nossas fichas, haha. É tão imprevisível. Do mesmo jeito que começou, que terminou. Quem sabe o que virá? Talvez estejamos perdendo a melhor coisa que nos aconteceu (e todo aquele papo que repassamos mil vezes  – nunca será “tarde demais” para tentar!), ou talvez isso só nos fortifique, a gente NÃO SABE! E o que podemos fazer? Reagir ao que temos, não é mesmo? Mas como já disse várias vezes: “Nós, pelo visto, não tivemos escolha. A nossa parte, fizemos.” Agora é aceitar… Seguir  e deixar fluir em frente.

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Se estou bem? To. Estou super bem. Se estou onde gostaria de estar? Nem tanto.

27ago 2014

Goodbye Sucks – Adeus TRUE BLOOD

Postado por às em Séries

Hoje parte de mim “se completa”. Sabe aquelas fases da vida que finalmente têm um fechamento? É assim que estou me sentindo agora. Em 2008 começou uma das melhores que eu gostava de acompanhar, e sempre acompanhei. Uma das primeiras que com certeza me fez gostar de ter esse costume de assistir séries e acompanhá-las. E gente, sou viciada né? Todos sabem que é um dos meus passatempos preferidos!
Gosto muito de lembrar com uma nostalgia maravilhosa verões e verões que passava dentro de um quarto, numa cama confortável, com ar condicionado, depois de várias horas dentro de uma piscina, comendo pipoca com chocolate e uma coca bem gelada, assistindo novamente… True Blood.

Sookie é apenas uma garçonete telepata (só, simplesmente, apenas ahaha) que trabalha em um bar/restaurante chamado Merlotte’s e o mundo está começando a se acostumar com a vivência de vampiros ao seu redor quando Bill (Sabia que os dois atores de Bill e Sookie, são casados? Aham! E têm filhos! O que torna a química nas telas ainda mais real e apaixonante) entra no restaurante. Bom, além do romance dos dois, muita coisa há de acontecer, quer ver?

Na primeira temporada vemos constantemente o entrelaçamento de três tramas: a identidade do serial-killer de Bon Temps , o relacionamento de Sookie e Bill e a busca pelos direitos dos vampiros e paralelamente o surgimento de anti-vampiros, e a trama envolvendo os problemas de Tara Thornton e seus relacionamentos.
Ta aí um motivo para assistir a série. E… Ai, me dá tanta saudade! Todo aquele clima de primeira temporada com 8ª série/1º ano do Ensino Médio! Haha Sabe, acho que o nome disso é nostalgia pelo que me falaram. Você já deve ter sentido isso também, de alguma lembrança visual que se junta com auditiva (trilha sonora da época) que se junta com os sentimentos que você sentia. Aiai. *suspiros*

True Blood (“Sangue de Verdade” em português) além de ter um elenco sensacional, uma fotografia e cor que eu adoro, esse estilo country – inclusive nas músicas que são muito boas também -, o humor e… Tudo quanto é tipo de criatura sobrenatural. Por isso sempre digo quando me perguntam sobre uma série que tenha Vampiros, True Blood, Lobisomens, True Blood, Bruxas, True Blood, etc etc etc. Isso a torna uma série fantástica também, e a lição que nos deixa de que mesmo com toda essa variedade de… seres (?), ainda há uma convivência, um respeito, e pode sim dar muito certo. E deu, não é Truebies?

Como já disse, True Blood além de ter romance e horror tem muito HUMOR! E pelo visto um fã bem inusitado, olha o vídeo que o Snoop Dog fez em homenagem a personagem principal:

A série é baseada em livros da Charlaine Harris, com nome de The Southern Vampire Mysteries. Juro que tentei ler mudos livros mas como a história é narrada em primeira pessoa, pela Sookie, achei tudo meio enjoado e não consegui finalizar minha leitura. Haha Quem assistiu ou vai assistir nota que Sook é sim meio enjoadinha e mimimi. Por isso até hoje não sei se a amo ou se a odeio. Mas isso é bom, por que se fosse muito monótono talvez não fosse gostar tanto da série. E assim, os personagens que “não fazem parte do elenco principal”, ganham destaque. Quem não amará Pam ou Laffayete? Quem quem quem? no way bitch!

Quando fui pro Canadá, acabei entrando numa lojinha e vi vááárias coisas de True Blood. Algumas eu trouxe, outras eu não consegui comprar – Tipo a própria bebida “Tru Blood”, que eu não sabia se continha álcool ou não (então não iam me deixar ir pro Brasil com isso né? 15 anos, hello!) então não trouxeeeee :(( Lá comprei bottons, CDs e uma blusa de #TB. Dos DVDs, tenho apenas as duas primeiras temporadas /chora/, e claaaro que quero os outros! Além disso, acho que os popfunkos da série estão como topo da lista de “popfunkos” que quero comprar primeiro hahaha, como você viu nesse post aqui. Tenho chaveirinho que meu amiguinho Werner trouxe pra mim do Canadá também, guardadinho embaladinho i.i  Nos CDs, 2, um com a trilha sonora normal e pans, e outro da trilha sonora instrumental. De vez em quando eu ouço as músicas, por que adoro country, cara!Inclusive fiz um trabalho pra facul (Fazer um clipeeee!!!) com uma música da trilha. haha Então também achei uma playlist bem linda com as músicas pra você saber como era o clima durante a série.

E aí, Fucktastics? Alguém de vocês assistia #TB também e vai sentir muita muita falta? Sei que não apenas os fãs, mas todos que participaram da série, que conviveram e a tornaram real e – amém – sem cancelamento nesses anos vão sentir falta, esse vídeo prova isso (ALERTA SPOILER, contém a última cena feita da série toda, ALERTA SPOILER). Ninguém perguntou mas, o final me agradou sim. Terminou como deveria acabar. Fechou muito bem e eu os amo e a vida é assim não é perfeita e meu Deus fiquei feliz que um casal que eu queria muito que ficassem juntos realmente acabou junto e amo essa família grande e maravilhosa e diversificada que é true blood ai 100or.
Bom, só sei que é isso. Imagino que tenha dito tudo o que poderia. Esse é o meu adeus, obrigada Alan Ball, HBO, Charlaine Harris e todos os outros. Quer saber? Vou sentir saudade até dos cartazes/propagandas promocionais. 

🙁
UP!