Resenha | Escrito na Madrugada

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27jan 2016

Creed: Nascido para lutar – e fazer marmanjos chorarem

Postado por às em Filmes

O primeiro filme da série “Rocky” chegou aos cinemas em 1976 escrito e estrelado por Sylvester Stallone e faturou três estatuetas do Oscar no ano seguinte, melhor filme, melhor diretor para John G. Avildsen e melhor edição, além de outras sete indicações que acabou não levando.

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Além de ser uma série com uma das trilhas sonoras mais marcantes da história, Rocky sempre trouxe a tona temas sérios como criminalidade, superação, problemas familiares, financeiros, até a guerra fria já foi pano de fundo para a série com Rocky IV.

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Agora, foi a vez do diretor Ryan Coogler trazer Creed – Nascido para Lutar. Uma homenagem que funciona como remake, reboot, continuação, tudo em um só filme. Aqui Rocky não é mais o centro das atenções, mas sim o Adonis Johnson, filho bastardo de Apollo Creed, rival e amigo de Rocky nos filmes originais. O personagem de Johnson, interpretado por Michael B. Jordan sonha em seguir os passos do pai que morreu antes dele nascer, mas ele se recusa em usar o nome Creed e deseja construir o próprio legado, para isso pede para que Rocky o treine. Jordan convence no papel e mostra todo o talento do jovem ator, além de Sly estar impecável reprisando seu melhor personagem da carreira. Rocky Balboa é trazido à vida mais uma vez com maestria fazendo com que a indicação de melhor ator coadjuvante fosse feita à Stallone, estamos na torcida.

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Minha relação de amor com Rocky vem de berço, não me recordo quando foi a primeira vez que assisti a algum filme da franquia, não lembro se assisti na ordem e muito menos quantas vezes já assisti cada um dos seis filmes (fora Creed) já lançados, mas uma coisa eu sei, foi Rocky que me ajudou a não desistir em muitos momentos da vida (não que ela seja muito longa, mas hei! Cada um com seus problemas) e foi graças a Rocky que sonhei durante anos em ser pugilista, e ainda quero praticar boxe hoje em dia, só para desestressar mesmo.

Mais do que um filme sobre Boxe, Rocky ensinou gerações a não desistir perante o primeiro fracasso, e que mesmo com as derrotas podemos aprender com nossos próprios erros e que quando tentarmos novamente, melhor preparados, o desafio já não será mais tão assustador. Reza a lenda, que em meu último porre eu gritava coisas como “Se o Rocky não desistiu eu também não vou desistir!”, e “O Apollo morreu lutando!!!!! Todos temos nossas lutas!!!” e não duvido que tenha feito isso mesmo, considerando que essa franquia sempre mexeu com meu emocional.

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Assistir a Creed no cinema, com a companhia perfeita, diga-se de passagem, foi uma das melhores experiências dos últimos tempos. A brincadeira com a trilha sonora que nos deixa na expectativa, aguardando ouvir a clássica música tema da série que toca no momento perfeito, a fotografia impecável, as cenas brilhantemente coreografadas e filmadas com habilidade excepcional, fizeram com que eu voltasse a ter doze anos novamente, dei socos no ar, vibrei e acompanhei baixinho a torcida no coro de “Creed! Creed! Creed!” além de ter sentido um pouco de suor escorrendo dos meus olhos.

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Ah Rocky, como foi bom vê-lo novamente.

25set 2015

VídeoPost: Para todos os garotos que já amei | Resenha

Postado por às em Vídeopost, Vídeos

Heeeeeeeeeeeeeeeeey!!! Contei pra vocês que eu ia participar da Maratona Literária de Inverno, certo? 🙂 Vocês também viram a minha conclusão dela, eu espero ein?! E lá no post, falei que ia ler “To all the boys I’ve loved before” da Jenny Han. Então hooooooje, lhes trago a minha opinião sobre o mesmo!! Bora conferir? 😉

16out 2014

Resenha: Ordem de Extermínio – James Dashner

Postado por às em Não categorizado

Sabe a Camila? Isso, aquela do Camysfucktastic que anda meio ocupada com coisas secretinhas pro blog e muita coisa da faculdade. Então, nisso tudo ela ainda conseguiu tirar um tempo, principalmente porque estava com o note para formatar então… Sabe como é né? Ficar “desocupado”, você acaba lembrando que tem algumas coisas que pode fazer… Tipo ler! E ela ama ler.

E a gente só lembra como ler é bom, quando pega o livro e o devora. 

Ok, chega de falar em 3ª pessoa. Hehe Essa pessoa aqui, Camila, terminou o Sob a Redoma ( e pretendo falar sobre o livro x saga daqui a um tempo, em forma de vídeo, então esperem huhuhu), e começou a ler o Ordem de Extermínio.

Vocês também sabem o quanto amo a saga Maze Runner, que é uma das minhas preferidas e tals. E pra mim, só faltava ler o ODE (Ordem de Extermínio, ta?) e agora o “Arquivos” para terminar. O namos me deu de natal ano passado, com uma dedicatória linda demais (amo dedicatórias, fikdik se for me dar um livro, TEM QUE VIR com dedicatória u.u) mas eu decidi ler o Sob a Redoma antes, já que me conhecendo sabia que talvez se não o pegasse de primeira, podia acabar enrolando e tals.

Já ouviu essa palavrinha complicada de gravar: Prequela (Prequel em inglês) ?
“Prequela é um substantivo feminino que descreve uma obra literária, dramática ou cinematográfica que relata acontecimentos anteriores de uma determinado obra, muitas vezes revelando os mesmos personagens quando eram mais novos.”

O Ordem de Exterminio é assim. Se não me engano a saga Instrumentos Mortais também tem uma prequela. É a mesma realidade, só que contada/a partir de outros personagens, outra época ou até mesmo os personagens só que mais novos.

Se quiser ler a resenha completa (Tenho medo que alguém reclame por ser prequela, lançado depois, enfim, não sei se eu ia ficar muito contente hahaah Mesmo que não diga nada sobre os outros livros.) aconselho acessar aqui.

Infelizmente, esse livro me deixou com algumas coceiras atrás das orelhas haha Algumas relações que não houveram desfechos adequados, na minha opinião. E até frases sem sentindo – pelo menos para mim, que teve que ler algumas vezes para ver se não tava doidona mesmo. Não sei se tive um olhar mais crítico por ser uma prequela e esperar que mais respostas viessem à tona, ou esperar que fosse um livro bombástico, sei que vi alguns defeitinhos. Mas acabei gostando. Com personagens que nem sequer eram citados nos outros livros, deu para se ter uma noção do tamanho do holocausto. Achei muito legal a ligação do Título do Livro. Adoro títulos bem feitos e, claro, essas capas de Maze Runner são as mais lindas do mundoooooooooo! Pode conferir e ver que eu não estou mentindo não, bae! Pra quem gosta de ação ação ação, vai ter!

Agora minhas metas são terminar de ler 2 livros, e e e e e e provavelmente ler algum romance! Se quiser acompanhar minhas leituras, e ficar por dentro do que eu estou achando do livro (Sinta-se à vontade de perguntar a qualquer hora sobre qualquer livro, adoro conversar sobre isso!), me acompanha por lá oh:

Skoob: http://www.skoob.com.br/usuario/555861
Facebook: https://www.facebook.com/camysfcktastic
Instagram: https://instagram.com/camilatridapalli

Por lá posto fotitas, comentários sobre os livros, perguntinhas pra vocês, enfim, muita interação!
E como sabem, fiquem sentadinhos na cadeira que logo logo vem muito mais coisa no blog, canal, etc etc!!! To trabalhando muito para que tudo fique lindo maravilhoso e pronto logo! *O*

Para finalizar mais um post sobre Maze Runner então:
Quem aí leu a série, ou apenas um livro?
Quem aí já leu o livro “Arquivos”, curtiu? Tenho que lê-lo ainda!

Enfim, espero que curtam bastante a resenha – primeira resenhad o blog eu acho!!! 😀 -, e logo logo vem mais, prometo!! Beijo beijo

08set 2014

Filmes Recentes: If I Stay

Postado por às

Acabei de voltar do cinema e devo confessar: AAAAAAAAAi como ta difícil de respirar! Mas ta, vou fazer isso pros meus amores, vou contar o que eu senti/percebi/enfim do filme que está sendo o queridinho da galera após A Culpa é Das Estrelas. Não que haja comparação, mas digamos que o público-alvo seja o mesmo, e as duas histórias são lindas, Trust me.



 ♡  Se eu ficar conta a história de Mia Hall, uma musicista apaixonada por seu violão-celo e agora, por Adam – um garoto mais rock. Mas quando o que deveria ser um passeio tranquilo em família numa folga por causa da neve, uma tragédia ocorre e Mia tem que tomar decisões mais importantes do que aquela que a mais preocupava: Se conseguiria entrar na escola de música Juilliard ou se deveria ficar onde está para ficar com seu amor. Mia acorda na paisagem em que o carro de sua família atingiu outro, fora do seu corpo, em uma espécie de limbo. Desnorteada, não sabe o que faz. Tristes notícias vão chegando para a garota enquanto ela se prepara pra tomar a decisão que mudará não só sua vida, mas as do que estão ao redor.
 ♡  Devo confessar aqui, que até agora estou com um peso nas costas/peito. Minha opinião sobre o filme pode ser definida no seguinte: Este filme é daqueles que não devemos assistir no cinema. É difícilíssimo (sim, essa palavra existe agora) conter as lágrimas com um filme deste. Você se coloca profundamente no lugar não só da menina mas com TODOS os outros personagens. Percebe o quão frágil a vida pode ser e como realmente do NADA algo pode mudar TUDO. Claro que isso tem um lado positivo, depois que passa a dor – hehe – você sente a vontade de melhorar todos os caminhos da sua vida. Quer abraçar mais, falar mais “eu te amo”, beijar mais, sair com os amigos, rir mais, estudar mais, enfim, aproveitar a vida, realmente. A questão é: Nós não estamos aqui pra sempre, não mesmo e isso é a nossa maior certeza. E o meu maior medo, confesso. Inclusive a hora em que ela levanta e percebe que o acidente aconteceu, tudo fica meio turvo – e eu comecei a me sentir assim também, a agonia começou por aí. E o filme todo foi muito pesado, tenso, forte. Não sei até que ponto isso foi positivo ou muito diferente de filmes de drama/romance intenso – está aí o porquê de eu não assisti-los com frequência. Bom, em relação à filmagem… Adorei os tons do filme, trilha sonora perfeita (inclusive acho que isso é uma das partes que mais nos levam à tal tristeza profunda), só alguns planos de filmagem parecia que cortavam um pouco os personagens, que não sei se gostei muito – PORÉM, não dá pra eu afirmar isso com fidelidade pois estava DE CARA NA TELA HAHAHA Conseguimos comprar só os primeiros lugares ali na tela #chora mas fazer o que né? HAHA Quem saiu chorando de A Culpa é Das Estrelas vai se tocar com esse filme. E se você não chorou em nenhum dos dois é por que você é frio, sem sentimento, insensível e e e 🙁 brimks, você é de boa e conseguiu não se colocar muito no lugar dos personagens – o que é difícilíssimo pra mim em filmes de drama. Ok? Ok. 

Ah!! Dona Aline Gabrielle Pukall que já participou de um post aqui no blog, PROMETEU – e disse que se não cumprisse ia me dar uma barra de chocolate, um box de True Blood e um hidratante labial da EOS!! Disse mesmo ein?! HEHEHE – que vai falar aqui o que achou do livro. Maaaaaaaaas quero que ela assista o livro e faça uma comparação ok? Ok! HAHA Então esperem por notícias que logo logo ela estará neste post! 
Assisti também Guardiões da Galáxia mais If I Stay ganhou minha urgência, bjs. Logo vem post de Guardiões também, esperem hihihi 



Aproveite cada minutinho da sua vida, cada amor, cada dor.
Beijinhos da Camy!
Aiai meu corassaum 
UP!